terça-feira, 7 de janeiro de 2020

CARIMBO DE MÉDIUM

Imagem do google

Eventualmente, alguém me diz: todo mundo que vai no terreiro escuta que é médium, que precisa desenvolver, etc. Mas, será mesmo?

É preciso separar bem as coisas.

De fato, existem pessoas que tem o péssimo hábito de carimbar a mediunidade alheia. Alguém lhe diz que tem estado com dor de cabeça, ela logo dispara: é mediunidade!

Não tem dormido bem? Mediunidade!

Problemas familiares? Mediunidade!

Enfim, realmente, existem pessoas que se sentem muito à vontade para diagnosticar a mediunidade alheia com extremada facilidade (sem contar os que acham que basta “bater o olho” para saber quem é médium e quem não é).

Contudo, as pessoas que trabalham seriamente sabem que é impossível saber se alguém é médium ou não apenas por si mesmo, que é necessário que as entidades apontem a mediunidade em alguém...

Entretanto, reflitamos: se uma pessoa tem o compromisso da mediunidade, não seria natural que a espiritualidade a encaminhasse para um local onde ela pudesse desenvolver essa mediunidade?

Ou seria mais interessante levá-la a um posto de gasolina, a um restaurante, uma pizzaria?

Ora, é claro que as pessoas com mediunidade vão bater na porta dos terreiros ou demais instituições que trabalham com a mediunidade, onde mais poderiam bater?

Não entendo o espanto dessas pessoas...

Seria como o médico se espantar com o número de pessoas doentes que lhe procuram... Quem mais procurariam? O advogado? O açougueiro?

É natural, portanto, que os médiuns cheguem em grande volume aos terreiros, pois ali poderão encontrar amparo e direcionamento, conforme seus próprios interesses e esforços.

Leonardo Montes  


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