sexta-feira, 3 de maio de 2019

A ROSEIRA DO MÉDIUM (2015)

Imagem do google
“Todo fi precisa prantá uma frô. Maisi o médium precisa prantá uma rosera”.

Com essa frase simples, Vó Cambinda convida todos os filhos da casa a refletirem sobre a responsabilidade assumida no trabalho espiritual.

Disse, ainda, que quando o médium planta a roseira e ela floresce, ficando muito bonita, mas ele começa a se desviar do caminho, para não perder o que já conquistou, a espiritualidade antecipa seu desencarne. A roseira ficará lá, todos conhecerão suas belas flores, mas o jardineiro é trocado. A obra está sempre acima do obreiro!

Todos nós nascemos com determinadas tarefas a serem cumpridas em nível pessoal e coletivo. Se a pessoa vem com a mediunidade, certamente é para fazê-la dar bons frutos e não para se vislumbrar vendo arco-íris em todo canto...

Precisamos ter sempre em mente que “muito será pedido a quem muito recebeu” e que o médium, por obrigação ética e moral, tem que plantar sua roseira, regá-la bem, fazê-la  florir e que, antes de todo mundo, ele será o primeiro a sentir o perfume das suas próprias rosas.
 
Vó Cambinda
Médium Adão Netto

Texto de Leonardo Montes
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